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Quarta-feira , 20 de Outubro de 2021
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Hélio Ferreira - 01/01/1989 a 31/12/1992
Retorna, pela segunda vez, ao cenário político como prefeito. Desta vez, trazendo uma rica bagagem de experiências e conhecimentos que a vida política lhe proporcionara ao longo deste intervalo de vinte anos.
Foi lançado como candidato do PDS, saindo eleito, juntamente com seus adversários políticos: Jair Santos candidato do PMDB e João Ronaldo Pinheiro, candidato do PL.
O país passava por uma terrível crise económica, refletindo em todos setores: social, moral, educacional, etc.
Tinha sido eleito para presidente da República, por eleições diretas depois de quase trinta anos, Fernando Collor de Melo, que tomou posse a 15 de marco de 1990. Em seu governo havia, em vez de retomada do crescimento económico, recessão e desemprego. No lugar da estabilidade, uma inflação crescente, e a moralidade no setor público ia sendo substituída por denúncias cada vez mais sérias de corrupção. A 26 de maio de 1992, o Congresso criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (a CPI) para investigar as denúncias.
Nas ruas dos grandes centro, jovens, os "cara-pintadas", voltavam a realizar grandes manifestações políticas. Exigia - se em praça pública, a renúncia ou "impeachment" do Presidente da República, e a voz das ruas chegou ao Congresso Nacional com força ainda maior do que tiveram  durante a campanha das Diretas Já.
Em setembro de 1992, depois que a CPI demonstrou amplamente a existência do chamado "Esquema PC" de corrupção dentro do governo, a Câmara dos Deputados, em votação histórica, aceitou o pedido de "impeachment” do Presidente da República. Collor foi então, afastado do cargo para esperar o seu julgamento no Senado, por crime de responsabilidade fiscal, enquanto a Procuradoria Geral da República o denunciava ao Supremo Tribunal Federal por crimes comuns.
Assumiu interinamente o governo, o vice-presidente Itamar Augusto Cautiero Franco.
Assim, neste clima de tensão, Hélio Ferreira, possuidor de uma visão calculista, perspicaz e dono de uma nobre retidão de caráíer, equilibrou as finanças municipais, de um modo tão eficaz e transparente que conseguiu ludibriara recessão, fazendo do seu mandato um exemplo para os demais governadores municipais.Deu provas de um grande administrador. Encerrou seu mandato mas, continuou no cenário político cristalense, até de setembro de 2007, quando faleceu.
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