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ABR
22
22 ABR 2021
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A retomada da economia por meio da integração das Instituições de Ensino Superior da Região no Agronegócio, Agricultura familiar e Turismo rural para os municípios banhados pelo Lago de Furnas
Nesta última sexta-feira, dia 16 de abril, houve uma reunião com professores universitários e representantes de classe, envolvidos e interessados na manutenção da cota mínima do Lago de Furnas.

Nesta última sexta-feira, dia 16 de abril, houve uma reunião com professores universitários e
representantes de classe, envolvidos e interessados na manutenção da cota mínima do Lago de
Furnas. O principal desafio é trazer a tona a realidade dos habitantes da região e proporcionar soluções
para a agricultura familiar, turismo rural e demais condições que dependem diretamente das águas do
nosso querido Lago.

A PEC 52 já é uma EMENDA CONSTITUCIONAL 106/2020, é necessário elaborar um dossiê
para formalizar as diretrizes que leva em conta o perímetro, o detalhamento cultural, ambiental e
turístico a ser tombado e suas consequências. Neste contexto, foi colocado em pauta a elaboração do
dossiê com um prazo e um custo. Neste sentido, o IEPHA já foi acionado e está buscando meios para a
efetivação desse trabalho e a conclusão dessa etapa final de tombamento a nível estadual. Segundo o
presidente da ALAGO e prefeito de Cristais, prof. Djalma Carvalho “junto as instituições de ensino
superior da nossa região, a ALAGO participará dos bons propósitos para alavancar o desenvolvimento
da nossa região”.

Hoje os investimentos na agricultura familiar é visto como uma solução para os pequenos
empreendedores no campo, segundo os estudiosos, há recursos disponíveis para fomentar e incentivar
quem continua explorando o campo como alternativa de desenvolvimento econômico. É necessário que
mais instituições defendam os pequenos produtores e os alimentos de qualidade que eles colocam a
disposição da nossa sociedade, em especial neste momento em que precisamos de uma boa
alimentação no enfrentamento de doenças. Porem, o que vimos é algo que vai na contramão, a falta da
água nos lagos comprometeu a irrigação e fez com que os pequenos produtores seguissem em busca
de novas alternativas, inclusive nas cidades.

Sobre o prisma da COVID-19, precisamos de forma responsável buscar retomar os trabalhos.
Sobre este novo cenário percebemos uma grande mudança de postura social, com os trabalhos sendo
realizados por home office ( de casa), muitas pessoas saíram dos grandes centros urbanos e se
instalaram novamente nas nossas pequenas e confortáveis cidades da região. Então, o que houve foi
uma grande demanda nas loteadoras com a procura por imóveis em loteamentos residenciais. A
questão é: como alimentar mais pessoas com qualidade? Então como podemos atuar e agir? O quanto
é importante a participação da ALAGO e das prefeituras? O olhar das instituições para ajudar a
agricultura familiar.

Setenta por cento do que consumimos vem da agricultura familiar. A terra tem um custo alto,
a produção não pode parar. As instituições devem disponibilizar informações e capacitação no sentido
de modernizar as vendas dos pequenos agricultores, agregando valor, e permitindo o acesso ao mundo
virtual.

É fundamental a união para fortalecer o agronegócio, especialmente aquele praticado em

economia familiar. O turismo rural também pode ser desenvolvido em parcerias, a exemplo da Emater-
MG, SENAR, SEBRAE-MG., entre outros. A rota do café para as pequenas, médias e grandes

propriedades tem um grande futuro. OS PEQUENOS PRODUTORES PRECISAM APROVEITAR MAIS
O TURISMO RURAL, as incubadoras de ideias existem para isso, na UNIFAL (Universidade Federal de
Alfenas), existem estudantes dispostos a ajudar com desenvolvimento de produtos e ideias.

O momento é oportuno para tomar a decisão. Hoje o fato de ser possível nos reunirmos
virtualmente facilita o este processo, e também nos mostra este novo cenário. Os dados de produção
que podemos encontrar na EMATER, podem ser transformados em ideias úteis.
TODOS OS DIAS CONTAMOS COM A PRODUÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR. “a
transformação do tombamento do Lago de Furnas e de Peixoto, é o maior desafio. Debatemos com
gigantes, como a ANEEL, ONS, ANA e Furnas em uma reunião em São José da Barra, onde o Ministro
de Minas e Energia veio e nos garantiu o aumento do nível do lago, no entanto isso não ocorreu.
Grandes nomes como o Presidente do Senado Rodrigo Pacheco sabe que o nível atual precisa ser
aumentado e muito. O uso múltiplo das águas é no mundo todo garantido. O lucro dever ser para todos.
O tombamento é uma prioridade muito importante para garantir a cota mínima, e a questão legal. Ficou
claro que todas as universidades da nossa região estão abertas a realizar este trabalho do dossiê. “É
uma luta de várias batalhas. Estaremos à frente da ALAGO para progredir neste sentido”.
PARTICIPANTES: Professor Rogério Prado - Unifenas; Prof. Renato Ferreira de
Oliveira - Instituto Federal Sul de Minas/Machado; Professora Aloísia Rodrigues Hirata - IF Sul
de Minas/Machado; Professor Cléber Ávila Barbosa - IF Sul de Minas/Machado; Professora
Eliana Reis - UNIFAL-Alfenas; Professor Fábio Moreira da Silva - UFLA-Lavras; Elvira Terra -
Presidente do Sindicato dos Produtores Ruais de Alfenas; Guilherme Fernandes Gomes -
Presidente da Associação dos Feirantes de Alfenas e Djalma Francisco Carvalho, prefeito de
Cristais e presidente da Alago.

Fonte: COMUNICAÇÃO
Autor: ASSESSORIA DE IMPRENSA
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Versão do Sistema: 3.0.0 - 03/05/2021
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